
Snakinist Sand Form / No Jaw Nite Rights
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CLIP1 - CLIP2
Quem acompanha o trabalho de James Ferraro e Spencer Clark , seja em dupla ou a solo, nĂŁo acharĂĄ nada estranho o que se ouve em "Snakinist Sand Form / No Jaw Nite Rights". De outra forma, preparem-se: espĂ©cie de split entre as duas metades de Skaters a operarem em separado, a metade de Angel Snake (Ferraro) arranca com o som de cassete a parar e a arrancar, tocando a metade (ou mais) da velocidade uma enunciação com uma qualquer voz grave, de tom pesado, antes de irromper numa sequĂȘncia percussiva tribal, um pad celestial, com total espectro de cores e de uma psicadĂ©lia exacerbadĂssima saturada pela fita. Assim Ă© a velocidade da mĂșsica aqui: velocidade fĂsica, mas tambĂ©m psicolĂłgica, ou metafĂsica, passando por vĂĄrios planos de existĂȘncia em simultĂąneo, uma espĂ©cie de projecção astral sĂłnica, jĂĄ que Ferraro faz conter na sua mĂșsica um compĂȘndio musical global, aproveitando fontes de todas as formas e feitios. Angel Snake parece gostar de lidar com o divino, jĂĄ que na sua primeira metade conta com drone devocional, timbalĂ”es serpenteantes, sĂntese etĂ©rea, planante, elevando os estados de consciĂȘncia e sugerindo introspecção profunda, regrada, numa contenção espirita ou demonolĂłgica - um regresso ao primal e ao primitivo. Na metade de Spencer Clark, ou Monopoly Star Child Searchers, outro drone ĂĄspero surge na paisagem, com espanta-espĂritos Ă distĂąncia e instrumentos de sopro alucinados, no encantamento de entidades invisĂveis, tudo numa bolha de saturação, ruĂdo, como se de um artefacto arqueolĂłgico recentemente descoberto se tratasse, ainda coberto de pĂł. Dois vanguardistas numa comunhĂŁo espĂrita a fazerem o que sabem melhor: xamanismo musical puro. Disco insĂłlito.
Snakinist Sand Form / No Jaw Nite Rights
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Quem acompanha o trabalho de James Ferraro e Spencer Clark , seja em dupla ou a solo, nĂŁo acharĂĄ nada estranho o que se ouve em "Snakinist Sand Form / No Jaw Nite Rights". De outra forma, preparem-se: espĂ©cie de split entre as duas metades de Skaters a operarem em separado, a metade de Angel Snake (Ferraro) arranca com o som de cassete a parar e a arrancar, tocando a metade (ou mais) da velocidade uma enunciação com uma qualquer voz grave, de tom pesado, antes de irromper numa sequĂȘncia percussiva tribal, um pad celestial, com total espectro de cores e de uma psicadĂ©lia exacerbadĂssima saturada pela fita. Assim Ă© a velocidade da mĂșsica aqui: velocidade fĂsica, mas tambĂ©m psicolĂłgica, ou metafĂsica, passando por vĂĄrios planos de existĂȘncia em simultĂąneo, uma espĂ©cie de projecção astral sĂłnica, jĂĄ que Ferraro faz conter na sua mĂșsica um compĂȘndio musical global, aproveitando fontes de todas as formas e feitios. Angel Snake parece gostar de lidar com o divino, jĂĄ que na sua primeira metade conta com drone devocional, timbalĂ”es serpenteantes, sĂntese etĂ©rea, planante, elevando os estados de consciĂȘncia e sugerindo introspecção profunda, regrada, numa contenção espirita ou demonolĂłgica - um regresso ao primal e ao primitivo. Na metade de Spencer Clark, ou Monopoly Star Child Searchers, outro drone ĂĄspero surge na paisagem, com espanta-espĂritos Ă distĂąncia e instrumentos de sopro alucinados, no encantamento de entidades invisĂveis, tudo numa bolha de saturação, ruĂdo, como se de um artefacto arqueolĂłgico recentemente descoberto se tratasse, ainda coberto de pĂł. Dois vanguardistas numa comunhĂŁo espĂrita a fazerem o que sabem melhor: xamanismo musical puro. Disco insĂłlito.
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Quem acompanha o trabalho de James Ferraro e Spencer Clark , seja em dupla ou a solo, nĂŁo acharĂĄ nada estranho o que se ouve em "Snakinist Sand Form / No Jaw Nite Rights". De outra forma, preparem-se: espĂ©cie de split entre as duas metades de Skaters a operarem em separado, a metade de Angel Snake (Ferraro) arranca com o som de cassete a parar e a arrancar, tocando a metade (ou mais) da velocidade uma enunciação com uma qualquer voz grave, de tom pesado, antes de irromper numa sequĂȘncia percussiva tribal, um pad celestial, com total espectro de cores e de uma psicadĂ©lia exacerbadĂssima saturada pela fita. Assim Ă© a velocidade da mĂșsica aqui: velocidade fĂsica, mas tambĂ©m psicolĂłgica, ou metafĂsica, passando por vĂĄrios planos de existĂȘncia em simultĂąneo, uma espĂ©cie de projecção astral sĂłnica, jĂĄ que Ferraro faz conter na sua mĂșsica um compĂȘndio musical global, aproveitando fontes de todas as formas e feitios. Angel Snake parece gostar de lidar com o divino, jĂĄ que na sua primeira metade conta com drone devocional, timbalĂ”es serpenteantes, sĂntese etĂ©rea, planante, elevando os estados de consciĂȘncia e sugerindo introspecção profunda, regrada, numa contenção espirita ou demonolĂłgica - um regresso ao primal e ao primitivo. Na metade de Spencer Clark, ou Monopoly Star Child Searchers, outro drone ĂĄspero surge na paisagem, com espanta-espĂritos Ă distĂąncia e instrumentos de sopro alucinados, no encantamento de entidades invisĂveis, tudo numa bolha de saturação, ruĂdo, como se de um artefacto arqueolĂłgico recentemente descoberto se tratasse, ainda coberto de pĂł. Dois vanguardistas numa comunhĂŁo espĂrita a fazerem o que sabem melhor: xamanismo musical puro. Disco insĂłlito.










