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Polygon Islands
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Cosmic Coincidence Control Center - o nome corresponde por inteiro Ă s vontades da dupla Mayuko Hino e o entĂŁo marido Hiroshi Hasegawa. Duas lendas da cena de noise japonesa, mais elĂĄstica, psicadĂ©lica, feedbacky e aguda em comparação ao noise americano, mais bruto e grave por natureza. "Polygon Island", um 7" inalcançåvel lançado entĂŁo pela australiana Syntactic, e agora recuperado com um extra ao vivo, captado por Romain Perrot (nada mais, nada menos, que Vomir) em 1997. Proeza em forma de disco, naquilo que Ă© a erecção de um monĂłlito noise, que pela via do Theremin atinge sons invariavelmente Ășnicos - a maneira como o Theremin se expande e estreita, bem como o alcance de sons ao qual tem acesso, afirma-o como o mais psicadĂ©lico dos instrumentos para noise, e Mayuko Hino habilidosamente fazia do instrumento um manipulador textural escravizado cruelmente pelas suas mĂŁos. Hasegawa nĂŁo poupa no dilaceramento de frequĂȘncias pela via do seu sintetizador (provavelmente o Sherman Filterbank), ilustrando cavernas cĂłsmicas arrebatadoras, dignas de bad trip quando pinceladas com flangers ou quando puxadas atĂ© aos seus limites ressonantes. Como dizia Mayuko Hino aquando da aparição da banda num canal de TV italiano, "no music, just noise" - convite a fechar os olhos e entrar por esta torrente psicadĂ©lica de ruĂ­do puro.

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Cosmic Coincidence Control Center - o nome corresponde por inteiro Ă s vontades da dupla Mayuko Hino e o entĂŁo marido Hiroshi Hasegawa. Duas lendas da cena de noise japonesa, mais elĂĄstica, psicadĂ©lica, feedbacky e aguda em comparação ao noise americano, mais bruto e grave por natureza. "Polygon Island", um 7" inalcançåvel lançado entĂŁo pela australiana Syntactic, e agora recuperado com um extra ao vivo, captado por Romain Perrot (nada mais, nada menos, que Vomir) em 1997. Proeza em forma de disco, naquilo que Ă© a erecção de um monĂłlito noise, que pela via do Theremin atinge sons invariavelmente Ășnicos - a maneira como o Theremin se expande e estreita, bem como o alcance de sons ao qual tem acesso, afirma-o como o mais psicadĂ©lico dos instrumentos para noise, e Mayuko Hino habilidosamente fazia do instrumento um manipulador textural escravizado cruelmente pelas suas mĂŁos. Hasegawa nĂŁo poupa no dilaceramento de frequĂȘncias pela via do seu sintetizador (provavelmente o Sherman Filterbank), ilustrando cavernas cĂłsmicas arrebatadoras, dignas de bad trip quando pinceladas com flangers ou quando puxadas atĂ© aos seus limites ressonantes. Como dizia Mayuko Hino aquando da aparição da banda num canal de TV italiano, "no music, just noise" - convite a fechar os olhos e entrar por esta torrente psicadĂ©lica de ruĂ­do puro.