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Black Metal
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Near Mint. Original 2014 release.

Aplica-se: somos do tempo em que Dean Blunt nos vinha entregar em mĂŁo CDRs de Hype Williams. NĂŁo passou muito tempo, mas desde entĂŁo muita coisa mudou. O som que faz hoje, desde “The Redeemer”, que pouco tem a ver com a sonoridade de Hype Williams. Contudo, algumas formas, uma forma de procurar continua lĂĄ. E Ă© por isso que apesar de “Black Metal” (o tĂ­tulo Ă© mais um artifĂ­cio Ă  Blunt) ser ainda mais pop do que “The Redeemer” (que era uma ode a Arthur Russell), quase cheesy, nĂłs ouvimo-lo como sendo uma qualquer coisa mais do que Ă©. Parece presunçoso assumi-lo, mas sentimos que vale a pena fazĂȘ-lo porque mais cedo ou mais tarde descobrimos que Ă©. Este Ă© o disco mais “banda” de Dean Blunt, Ă© uma coisa que tanto parece Yo La Tengo como um hit MTV pop de finais dos anos 1990 que hoje apenas vive nos charts da VH1 e nas nossas memĂłrias tristes. Nas nossas e na de Dean, e entre algum do seu ruĂ­do tĂ­pico, cançÔes que claramente sĂŁo mais arrojadas do que o formato pop geral de “Black Metal”, encontram-se algumas dessas memĂłrias espalhadas por cançÔes entre o cheesy e o mau gosto, mas suficientemente apuradas e ligadas a uma realidade de artifĂ­cio que as tornam em qualquer coisa mais. Sabemos da fixação de Dean Blunt por algum do imaginĂĄrio e atitude do inĂ­cio dos 1980 (muito do que os Hype Williams faziam, iam buscar aos Throbbing Gristle e arredores, por exemplo), e este disco claramente liga-se a projectos mais pop de artistas de outras ĂĄreas (jĂĄ temos falado nalguns deles) que resolveram experimentar a fĂłrmula e tentar a sua sorte. Blunt com “Black Metal” junta-se a esse panteĂŁo. ClĂĄssico.

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Aplica-se: somos do tempo em que Dean Blunt nos vinha entregar em mĂŁo CDRs de Hype Williams. NĂŁo passou muito tempo, mas desde entĂŁo muita coisa mudou. O som que faz hoje, desde “The Redeemer”, que pouco tem a ver com a sonoridade de Hype Williams. Contudo, algumas formas, uma forma de procurar continua lĂĄ. E Ă© por isso que apesar de “Black Metal” (o tĂ­tulo Ă© mais um artifĂ­cio Ă  Blunt) ser ainda mais pop do que “The Redeemer” (que era uma ode a Arthur Russell), quase cheesy, nĂłs ouvimo-lo como sendo uma qualquer coisa mais do que Ă©. Parece presunçoso assumi-lo, mas sentimos que vale a pena fazĂȘ-lo porque mais cedo ou mais tarde descobrimos que Ă©. Este Ă© o disco mais “banda” de Dean Blunt, Ă© uma coisa que tanto parece Yo La Tengo como um hit MTV pop de finais dos anos 1990 que hoje apenas vive nos charts da VH1 e nas nossas memĂłrias tristes. Nas nossas e na de Dean, e entre algum do seu ruĂ­do tĂ­pico, cançÔes que claramente sĂŁo mais arrojadas do que o formato pop geral de “Black Metal”, encontram-se algumas dessas memĂłrias espalhadas por cançÔes entre o cheesy e o mau gosto, mas suficientemente apuradas e ligadas a uma realidade de artifĂ­cio que as tornam em qualquer coisa mais. Sabemos da fixação de Dean Blunt por algum do imaginĂĄrio e atitude do inĂ­cio dos 1980 (muito do que os Hype Williams faziam, iam buscar aos Throbbing Gristle e arredores, por exemplo), e este disco claramente liga-se a projectos mais pop de artistas de outras ĂĄreas (jĂĄ temos falado nalguns deles) que resolveram experimentar a fĂłrmula e tentar a sua sorte. Blunt com “Black Metal” junta-se a esse panteĂŁo. ClĂĄssico.

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Aplica-se: somos do tempo em que Dean Blunt nos vinha entregar em mĂŁo CDRs de Hype Williams. NĂŁo passou muito tempo, mas desde entĂŁo muita coisa mudou. O som que faz hoje, desde “The Redeemer”, que pouco tem a ver com a sonoridade de Hype Williams. Contudo, algumas formas, uma forma de procurar continua lĂĄ. E Ă© por isso que apesar de “Black Metal” (o tĂ­tulo Ă© mais um artifĂ­cio Ă  Blunt) ser ainda mais pop do que “The Redeemer” (que era uma ode a Arthur Russell), quase cheesy, nĂłs ouvimo-lo como sendo uma qualquer coisa mais do que Ă©. Parece presunçoso assumi-lo, mas sentimos que vale a pena fazĂȘ-lo porque mais cedo ou mais tarde descobrimos que Ă©. Este Ă© o disco mais “banda” de Dean Blunt, Ă© uma coisa que tanto parece Yo La Tengo como um hit MTV pop de finais dos anos 1990 que hoje apenas vive nos charts da VH1 e nas nossas memĂłrias tristes. Nas nossas e na de Dean, e entre algum do seu ruĂ­do tĂ­pico, cançÔes que claramente sĂŁo mais arrojadas do que o formato pop geral de “Black Metal”, encontram-se algumas dessas memĂłrias espalhadas por cançÔes entre o cheesy e o mau gosto, mas suficientemente apuradas e ligadas a uma realidade de artifĂ­cio que as tornam em qualquer coisa mais. Sabemos da fixação de Dean Blunt por algum do imaginĂĄrio e atitude do inĂ­cio dos 1980 (muito do que os Hype Williams faziam, iam buscar aos Throbbing Gristle e arredores, por exemplo), e este disco claramente liga-se a projectos mais pop de artistas de outras ĂĄreas (jĂĄ temos falado nalguns deles) que resolveram experimentar a fĂłrmula e tentar a sua sorte. Blunt com “Black Metal” junta-se a esse panteĂŁo. ClĂĄssico.