
Another Setting
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Voltemos a 1983, ao terceiro ĂĄlbum dos Durutti Column â depois de âThe Return Of The Durutti Columnâ (1980) e âLCâ (1981)-, numa altura em que Portugal lhe dava amizade. Para quem estĂĄ dentro do contexto, âAnother Settingâ prossegue a sua peculiar pop (muita instrumental) que, na altura, colidia frontalmente com toda a cena indie. Parco nos recursos â quase sempre bastava a sua guitarra e a percussĂŁo de Bruce Mitchell -, Vini Reilly fez mais um disco onde a melancolia parecia ocupar todos os espaços vazios, embora se sinta uma energia (sempre em filigrana) que parece ausente em vĂĄrias outras obras. A sua mĂșsica dura eternidades, e âAnother Settingâ Ă© tĂŁo mĂĄgico e essencial como todos os capĂtulos da obra inicial de Vini Reilly. Obviamente imprescindĂvel.
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Voltemos a 1983, ao terceiro ĂĄlbum dos Durutti Column â depois de âThe Return Of The Durutti Columnâ (1980) e âLCâ (1981)-, numa altura em que Portugal lhe dava amizade. Para quem estĂĄ dentro do contexto, âAnother Settingâ prossegue a sua peculiar pop (muita instrumental) que, na altura, colidia frontalmente com toda a cena indie. Parco nos recursos â quase sempre bastava a sua guitarra e a percussĂŁo de Bruce Mitchell -, Vini Reilly fez mais um disco onde a melancolia parecia ocupar todos os espaços vazios, embora se sinta uma energia (sempre em filigrana) que parece ausente em vĂĄrias outras obras. A sua mĂșsica dura eternidades, e âAnother Settingâ Ă© tĂŁo mĂĄgico e essencial como todos os capĂtulos da obra inicial de Vini Reilly. Obviamente imprescindĂvel.
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Voltemos a 1983, ao terceiro ĂĄlbum dos Durutti Column â depois de âThe Return Of The Durutti Columnâ (1980) e âLCâ (1981)-, numa altura em que Portugal lhe dava amizade. Para quem estĂĄ dentro do contexto, âAnother Settingâ prossegue a sua peculiar pop (muita instrumental) que, na altura, colidia frontalmente com toda a cena indie. Parco nos recursos â quase sempre bastava a sua guitarra e a percussĂŁo de Bruce Mitchell -, Vini Reilly fez mais um disco onde a melancolia parecia ocupar todos os espaços vazios, embora se sinta uma energia (sempre em filigrana) que parece ausente em vĂĄrias outras obras. A sua mĂșsica dura eternidades, e âAnother Settingâ Ă© tĂŁo mĂĄgico e essencial como todos os capĂtulos da obra inicial de Vini Reilly. Obviamente imprescindĂvel.











