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Raw Silk Uncut Wood
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Raw Silk Uncut Wood

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Disco talvez menos tĂ­pico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessed”, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. “Mercury” coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em “Quietude”, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica “clĂĄssica” do princĂ­pio do sĂ©culo XX. “The Sick Mind” prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto “Supine” avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. “Raw Silk Uncut Wood” termina mergulhado em cordas (“Nahbarkeit”), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂ­stica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.

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Disco talvez menos tĂ­pico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessed”, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. “Mercury” coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em “Quietude”, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica “clĂĄssica” do princĂ­pio do sĂ©culo XX. “The Sick Mind” prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto “Supine” avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. “Raw Silk Uncut Wood” termina mergulhado em cordas (“Nahbarkeit”), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂ­stica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.

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Disco talvez menos tĂ­pico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessed”, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. “Mercury” coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em “Quietude”, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica “clĂĄssica” do princĂ­pio do sĂ©culo XX. “The Sick Mind” prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto “Supine” avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. “Raw Silk Uncut Wood” termina mergulhado em cordas (“Nahbarkeit”), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂ­stica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.