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Live At Maria Matos
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Live At Maria Matos

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No início do ano de 2013, The Swifter tocou em Lisboa, no Teatro Maria Matos, pouco tempo depois de terem editado o seu LP de estreia. Foi um momento solene, onde se descobriu como se movimentava o triângulo entre o piano circular de Simon James Phillips, a bateria e percussões trepidantes de Andrea Belfi, e a cola-tudo da electrónica de BJ Nilsen. Por muitas semelhanças, que na altura se vislumbravam à distância, aos The Necks, deu para perceber que o campo de trabalho é outro, mais vasto, e aberto a muitas mais contaminações. Apesar de anteriores ligações de David Maranha a Andrea Belfi, terá vindo do piano de Phillips a primeira indicação que o português seria um excelente extra à música de Swifter. Se depressa o pensaram, depressa o concretizaram, fazendo da segunda parte do concerto o momento em que o trio se transformou em quarteto, nascendo novas tensões e cores improvisadas. Parece quase injusto dizer que assim é melhor, mas Swifter podia ser um quarteto e isso não insultaria nenhum dos músicos estrangeiros. Mas a dimensão que Maranha entrega ao colectivo é insubstituível. Para quem tem um fraquinho por estas coisas, e pelos Swifter, em particular, esta edição é absolutamente a não perder. Para quem gosta de ter orgulho nas coisas nacionais – nada contra! todos a favor! -, este é um álbum que nos enche de vaidade.

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No início do ano de 2013, The Swifter tocou em Lisboa, no Teatro Maria Matos, pouco tempo depois de terem editado o seu LP de estreia. Foi um momento solene, onde se descobriu como se movimentava o triângulo entre o piano circular de Simon James Phillips, a bateria e percussões trepidantes de Andrea Belfi, e a cola-tudo da electrónica de BJ Nilsen. Por muitas semelhanças, que na altura se vislumbravam à distância, aos The Necks, deu para perceber que o campo de trabalho é outro, mais vasto, e aberto a muitas mais contaminações. Apesar de anteriores ligações de David Maranha a Andrea Belfi, terá vindo do piano de Phillips a primeira indicação que o português seria um excelente extra à música de Swifter. Se depressa o pensaram, depressa o concretizaram, fazendo da segunda parte do concerto o momento em que o trio se transformou em quarteto, nascendo novas tensões e cores improvisadas. Parece quase injusto dizer que assim é melhor, mas Swifter podia ser um quarteto e isso não insultaria nenhum dos músicos estrangeiros. Mas a dimensão que Maranha entrega ao colectivo é insubstituível. Para quem tem um fraquinho por estas coisas, e pelos Swifter, em particular, esta edição é absolutamente a não perder. Para quem gosta de ter orgulho nas coisas nacionais – nada contra! todos a favor! -, este é um álbum que nos enche de vaidade.

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No início do ano de 2013, The Swifter tocou em Lisboa, no Teatro Maria Matos, pouco tempo depois de terem editado o seu LP de estreia. Foi um momento solene, onde se descobriu como se movimentava o triângulo entre o piano circular de Simon James Phillips, a bateria e percussões trepidantes de Andrea Belfi, e a cola-tudo da electrónica de BJ Nilsen. Por muitas semelhanças, que na altura se vislumbravam à distância, aos The Necks, deu para perceber que o campo de trabalho é outro, mais vasto, e aberto a muitas mais contaminações. Apesar de anteriores ligações de David Maranha a Andrea Belfi, terá vindo do piano de Phillips a primeira indicação que o português seria um excelente extra à música de Swifter. Se depressa o pensaram, depressa o concretizaram, fazendo da segunda parte do concerto o momento em que o trio se transformou em quarteto, nascendo novas tensões e cores improvisadas. Parece quase injusto dizer que assim é melhor, mas Swifter podia ser um quarteto e isso não insultaria nenhum dos músicos estrangeiros. Mas a dimensão que Maranha entrega ao colectivo é insubstituível. Para quem tem um fraquinho por estas coisas, e pelos Swifter, em particular, esta edição é absolutamente a não perder. Para quem gosta de ter orgulho nas coisas nacionais – nada contra! todos a favor! -, este é um álbum que nos enche de vaidade.

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