
Tristwch Y Fenywod
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ContĂnuo 4AD materializado pela via do PaĂs de Gales e com epicentro em Leeds, de tradição gĂłtica apurada - pensem numa espĂ©cie de Dead Can Dance menos medieval, mais pagĂŁo e intrinsecamente ligado Ă tradição folclore galesa. Liturgias nocturnas e de psicadĂ©lia regrada, ouvimos cĂtaras desafinadas, ritmos electrĂłnicos pulsantes, linhas de baixo quase monotĂłnicas e os cantos femininos espectrais (em âGelain Gorsâ esses cantos transformam-se em berros e as figuras femininas revelam-se como harpias) a criarem paisagens inĂłspitas, prĂłprias de ritos insalubres, assombrando os forasteiros que deambulam pela floresta e que tropeçam nestas prĂĄticas milenares. NĂŁo muito distante do efeito que o canto de uma sereia tem sobre piratas sedentos, a mĂșsica de Tristwch Y Fenywod tem um efeito sedutor e transformativo no ouvinte - rituais de ascensĂŁo num darkwave pagĂŁo que nĂŁo menospreza tecnologia moderna e sem deteriorar o efeito de cĂĄpsula temporal, antes enaltecendo-o: a mĂșsica Ă© coesa, qual golpe forte nos sentidos que, mesmo nos temas mais emotivos e menos ritmicamente devastantes como o primeiro âBlodyn Gwyrddâ, nos faz sucumbir Ă transcendĂȘncia mĂĄgica e hermĂ©tica da mĂșsica aqui invocada. Qual cerimĂłnia fĂșnebre, com a sua quota-parte de militĂąncia (as caixas de ritmos nĂŁo perdoam na cadĂȘncia marcial), Tristwch Y Fenywod conseguem, no ĂĄlbum de estreia, invocar diferentes fantasmas do passado - tanto os da 4AD, como os de todo o contĂnuo da mĂșsica gĂłtica bretĂŁ, ou da mĂșsica folclore e pagĂŁ - numa aliança estilĂstica Ămpar. Dos discos de mĂșsica gĂłtica dos Ășltimos anos mais originais de que temos memĂłria.
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$10.71Tristwch Y Fenywod
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ContĂnuo 4AD materializado pela via do PaĂs de Gales e com epicentro em Leeds, de tradição gĂłtica apurada - pensem numa espĂ©cie de Dead Can Dance menos medieval, mais pagĂŁo e intrinsecamente ligado Ă tradição folclore galesa. Liturgias nocturnas e de psicadĂ©lia regrada, ouvimos cĂtaras desafinadas, ritmos electrĂłnicos pulsantes, linhas de baixo quase monotĂłnicas e os cantos femininos espectrais (em âGelain Gorsâ esses cantos transformam-se em berros e as figuras femininas revelam-se como harpias) a criarem paisagens inĂłspitas, prĂłprias de ritos insalubres, assombrando os forasteiros que deambulam pela floresta e que tropeçam nestas prĂĄticas milenares. NĂŁo muito distante do efeito que o canto de uma sereia tem sobre piratas sedentos, a mĂșsica de Tristwch Y Fenywod tem um efeito sedutor e transformativo no ouvinte - rituais de ascensĂŁo num darkwave pagĂŁo que nĂŁo menospreza tecnologia moderna e sem deteriorar o efeito de cĂĄpsula temporal, antes enaltecendo-o: a mĂșsica Ă© coesa, qual golpe forte nos sentidos que, mesmo nos temas mais emotivos e menos ritmicamente devastantes como o primeiro âBlodyn Gwyrddâ, nos faz sucumbir Ă transcendĂȘncia mĂĄgica e hermĂ©tica da mĂșsica aqui invocada. Qual cerimĂłnia fĂșnebre, com a sua quota-parte de militĂąncia (as caixas de ritmos nĂŁo perdoam na cadĂȘncia marcial), Tristwch Y Fenywod conseguem, no ĂĄlbum de estreia, invocar diferentes fantasmas do passado - tanto os da 4AD, como os de todo o contĂnuo da mĂșsica gĂłtica bretĂŁ, ou da mĂșsica folclore e pagĂŁ - numa aliança estilĂstica Ămpar. Dos discos de mĂșsica gĂłtica dos Ășltimos anos mais originais de que temos memĂłria.
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ContĂnuo 4AD materializado pela via do PaĂs de Gales e com epicentro em Leeds, de tradição gĂłtica apurada - pensem numa espĂ©cie de Dead Can Dance menos medieval, mais pagĂŁo e intrinsecamente ligado Ă tradição folclore galesa. Liturgias nocturnas e de psicadĂ©lia regrada, ouvimos cĂtaras desafinadas, ritmos electrĂłnicos pulsantes, linhas de baixo quase monotĂłnicas e os cantos femininos espectrais (em âGelain Gorsâ esses cantos transformam-se em berros e as figuras femininas revelam-se como harpias) a criarem paisagens inĂłspitas, prĂłprias de ritos insalubres, assombrando os forasteiros que deambulam pela floresta e que tropeçam nestas prĂĄticas milenares. NĂŁo muito distante do efeito que o canto de uma sereia tem sobre piratas sedentos, a mĂșsica de Tristwch Y Fenywod tem um efeito sedutor e transformativo no ouvinte - rituais de ascensĂŁo num darkwave pagĂŁo que nĂŁo menospreza tecnologia moderna e sem deteriorar o efeito de cĂĄpsula temporal, antes enaltecendo-o: a mĂșsica Ă© coesa, qual golpe forte nos sentidos que, mesmo nos temas mais emotivos e menos ritmicamente devastantes como o primeiro âBlodyn Gwyrddâ, nos faz sucumbir Ă transcendĂȘncia mĂĄgica e hermĂ©tica da mĂșsica aqui invocada. Qual cerimĂłnia fĂșnebre, com a sua quota-parte de militĂąncia (as caixas de ritmos nĂŁo perdoam na cadĂȘncia marcial), Tristwch Y Fenywod conseguem, no ĂĄlbum de estreia, invocar diferentes fantasmas do passado - tanto os da 4AD, como os de todo o contĂnuo da mĂșsica gĂłtica bretĂŁ, ou da mĂșsica folclore e pagĂŁ - numa aliança estilĂstica Ămpar. Dos discos de mĂșsica gĂłtica dos Ășltimos anos mais originais de que temos memĂłria.











